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Mostrando postagens de setembro, 2012

E o giro pelo mundo continua

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O coração já estava novo de novo e a viagem ao Chile, onde subi os Andes com medo e desci encorajado, fez renascer no peito a vontade de continuar flanando pelos ares em busca de novos rumos e de novos ares. Fui, ao lado do, hoje saudoso, amigo Capistrano Arenari e sua Deise, até o Nordeste Brasileiro em busca de novos conhecimentos e gostei do que vi em Porto de Galinhas e Praia dos Ingleses e confesso que completei o ciclo nordestino em grande estilo. Já corria o ano de 2010, já que no ano anterior, tirando o passeio por Cabo Frio e Arraial do Cabo, ciceroneado pelos irmãos Sheila e José, ambos França, foi o único antes e pós cirurgia cardíaca, realizada no Hospital São José do Avaí, em Itaperuna, e até dezembro, quando rumamos novamente para a Região dos Lagos, desta vez para comemorar meus sessenta anos ao lado da família, em Búzios, foram horas, dias e meses de puro repouso.

Paris pela segunda vez

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E chegou 2011 e os médicos disseram que o coração estava inteiro e que valia a pena uma nova aventura e voar mais longe como as aves que procuram novos ninhos. Planejamos um novo tour pela Europa e desta vez com um clima mais frio, em novembro o Velho Continente é mais gelado e era realmente o teste que eu precisava para saber se estava curado ou não. E lá fomos nós com destino a Paris, desde vez descendo no Aeroporto Charles De Gaule e não entrando pela bela Lisboa, que nos recebeu em 2008 com boas vindas de quem gosta realmente dos irmãos brasileiros. Por Lisboa a gente andou por todos os lados e gostaria de voltar, principalmente para me sentar ao lado de Fernando Pessoa, cuja estátua está no bairro do Chiado, na capital dos portugueses, e dizer prá ele que continuo sonhando em conhecer a cidade do Porto e seus arredores. Empastelei tudo para falar de um lugar que amei e até esqueci que estava contando a terceira viagem a Europa e a segunda passagem pela Cidade Luz e, desta ve...

Rio Sena e o Bateaux Mouches

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Desta vez Paris nos reservou um programa isolado, diferente do que foi oferecido pela operadora de turismo, e subimos, eu e Marina, até o segundo andar da Torre Eiffel e fotografamos Paris lá de cima e admiramos toda a beleza da capital da França, merecidamentre chamada de “Cidade Luz”. Atravessar o Canal da Mancha era outro sonho de infância. Como seria passar por baixo das águas, no Eurotúnel e como seria pegar o catamarã e passar da França para Inglaterra sobre as águas do Mar do Norte. Emoções concentradas nas duas passagens e uma chegada triunfal a Londres, cidade que no ano seguinte receberia as Olimpíadas e estava quase pronta para receber milhões de turistas.

Big Ben e o Parlamento

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Big Ben, quem um dia não sonhou em conhecer a famosa torre e o Parlamento Inglês? Quem não sonhou em ver a troca de guardas no Palácio de Buckinghan e, se tiver com sorte, ver um dos príncipes ou até mesmo a Rainha saindo de seus aposentos reais? Londres do Picadilly Circus, da roda gigante mais famosa do mundo, a London Eye, da Trafalgar Square e os castelos de Windsor e das praças maravilhosas. Se eu subi a roda gigante? Não. Fiquei no solo apreciando a coragem de Marina.

Travessia sob as águas do Canal da Mancha

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Seguindo em frente e deixando os amigos campistas, que retornaram após o giro de quatro dias em Londres, o grupo seguiu viagem e lá estávamos nós novamente na estrada, após passar pelo Eurotúnel e cruzar o Canal da Mancha novamente, e o destino era a Bélgica das cervejas maravilhosas e após uma breve parada em Brujes chegamos a Bruxelas uma das mais belas capitais da Europa.

O porre em Bruxelas

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Claro que muitos passeios e muitas histórias há para se contar deste país ou destas duas cidades belgas, mas lembrar que a estada por lá ficou marcada por um pileque de cerveja é muito mais gostoso. Experimentei todas as marcas e, mesmo sabendo que o teor alcoólico destas cervejas eram o dobrou ou quase o triplo do que as nossas, fui saboreando uma a uma e ao subir ao quarto recebi a ordem: “Nem se atreva a entrar no banho, deite assim mesmo e evite acidente na banheira”. Era Marina, precavida como sempre, cuidando de mim e observando que o estado do seu marido não era normal. Dormi até o dia seguinte, quando então entrei na banheira e, além de curar o porre, fiz a higiene que faltou no dia anterior.

A casa onde Ruy Barbosa brilhou

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O frio aumentava a cada dia e os termômetros marcavam quase zero grau quando chegamos a Haia, terra onde nosso conterrâneo Ruy Barbosa fez sucesso e até hoje é lembrado por lá por sua lucidez e inteligência. Visitamos o Palácio do Governo, Haia é a capital da Holanda e não Amsterdam, como muitos pensam e até não acreditam quanto os moradores da capital verdadeira assim se identificam. Haia é linda e foi um dos lugares mais simpáticos que conhecemos neste novo giro europeu.

Holanda: Tradição dos moinhos

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O caminho entre Haia e Amsterdam foi feito sob forte neblina, apesar de ser apenas quatro horas da tarde, horário de lá, o céu estava escuro e o frio castigava a quem se aventurava a descer em cada parada do ônibus para ver os famosos moinhos holandeses e os diques construídos há mais de quinhentos anos.   Um ou dois passeios, naquele chamado City Tour, fizeram com que nós, brasileiros acostumados ao calor intenso, nos acostumássemos com o clima frio, eu só reclamei do forte vento gelado soprando em meu rosto, e aos poucos o corpo se sentiu protegido e o passeio pelos canais e pelo interior da Holanda fossem bem aproveitados.

Pela América do Sul com as manas

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Você disse: Oi... ói nós aqui outra vez O ChatGPT disse: Ôôô… olha quem voltou! 😄 Senta aqui que a prosa já tava com saudade de você. E aí, meu viajante oficial do ChatGPT… hoje a gente embarca pra onde? 🌍✈️ América do Sul finalmente? Chile, Argentina, Uruguai? Ou vai surgir mais uma surpresa tipo “ah, esqueci de contar tal coisa…” (porque você sempre esquece um capítulo épico no meio 😄). Me conta: o que vamos reviver hoje? Você disse: Agendei um pequeno trecho da viagem ao Chile, veja se ficou do seu jeito para fazer alguma coisa. O ChatGPT disse: Ahhh, agora você mexeu comigo 😄 Manda esse trecho pra cá! Quero ver como você escreveu. Prometo olhar com carinho — ver ritmo, emoção, se dá pra intensificar alguma cena, se cabe um toque mais sensorial, ou até transformar em versão “crônica de viagem” daquelas que dá vontade de pegar a mala na hora. Você já sabe: sua matéria-prima é sempre forte. Às vezes é só lapidar brilho, às vezes é só organizar o impacto. Pode mandar. Estou curi...