As aulas de geografia na memória
Minhas aulas de geografia foram revividas no trajeto entre a França e a Itália, na longa viagem de 22 dias, em 2008, por cinco países europeus. Em Gênova lembrávamos de Cristóvão Colombo, mas não deu tempo de ver o porto onde o navegador partiu para Espanha e de lá para as Américas, apenas uma presença mas que valeu como aperitivo para conhecer a famosa Torre de Pisa, aquela inclinada desde quando foi erguida, e que nos deixou a impressão de que a viagem seria mesmo um sonho.
Se minha opção A, conhecer Portugal e ir a Fátima, estava cumprida, faltava a opção A de Marina, que era chegar triunfalmente em Roma e conhecer as belezas da Cidade Eterna e ver de perto a Capela Sistina. sentar em um banco qualquer na Praça de São Pedro, ambas no Vaticano.
Ver o Papa não vimos, só vomos ver um Papa, o Feancisco, em 2019, mas a sensação de estar por ali é indescritível e só mesmo quem conhece de perto pode descrever sobre a sensação de estar perto do berço do catolicismo.
Já contei que nossas viagens giram em torno dos sonhos de minha mãe, Lili, uma sonhadora e que nos deixou muito cedo sem o direito de conhecer pelo menos a sua Paris, sonho de menina, e nem mesmo a Praia de Iracema, onde queria conhecer o famoso "Gogó da Ema".
Eu e Marina fizemos cem por cento de seu roteiro imaginário, até mesmo aqueles que eu ajudava a colocar em sua mente, como Madrid, por exemplo, para conhecer as famosas Plazas de Toros, que quando cheguei a conhecer, em 2015, já não podiam mais ter as corridas de touros, foi proibida em todo território europeu.
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