Viver é um sonho - Viajar é sonhar Parte XXVIII
Qual será a próxima viagem? Perguntou a amiga Margarida Paes em uma das nossas reuniões mensais, somos cinco pessoas, quatro damas e um coringa, amigos desde que aqui chegamos, e ela respondeu: Podemos ser incluídas no roteiro?
A resposta era óbvia, claro, sempre será uma grande ideia ter as meninas em nossas viagens, mas uma delas, Sheila, já tinha compromisso e não poderia aceitar o convite, e então fomos até a Ville Turismo e fechamos a nova viagem, destino? Uruguai, em outubro de 2016 com paradas em Punta Del Este e Colonia Del Sacramento, dois dos melhores destinos naquele país além da capital, Montevidéu, que seria nossa base na semana que passaríamos em terras uruguaias.
Saímos do Galeão, eu, Marina, Lúcia e Margarida, em 10 de outubro e sabíamos que teríamos um feriado prolongado por lá, o 12 de outubro é muito comemorado no país e a capital praticamente fecha quando fica prolongado, cai em uma quinta ou sexta-feira, como foi naquele ano de 2016, e nós soubemos aproveitar até o feriado, o Centro Histórico, chamada cidade velha, de Montevidéu, ficou vazio.
Com centro, normalmente nervoso pela presença de um grande público, e com o movimento fraco, pudemos fazer belas fotos, admirar toda a arquitetura da grande praça, visitar o Teatro Solis, um dos grandes pontos de visitação da cidade, e, por pura falta de sorte deste escriba, não deu para ir ao jogo Uruguai x Colômbia, pelas eliminatórias para a Copa 2018, a Celeste vivia um grande momento e faltou ingresso.
Mas tudo bem, a sorte não ficava devendo só no jogo, na hora da visita, no dia seguinte, ao Estádio Centenário, uma forte chuva caiu sobre Montevidéu e o guia nos disse que seria impossível descer para a visita combinada, e paga, ao primeiro palco
de um jogo de Copa do Mundo, em 1930.
Foi uma imensidão de praças visitadas, da Independência, da Constituição, Mercado del Puerto, onde experimentamos o famoso bife uruguaio, dizem ser, e posso garantir, uma das melhores carnes do mundo. Um bom vinho e um ótimo passeio a pé sem medo de ser feliz. E, para encerrar o dia em Montevidéu, nada melhor do que uma taberna típica do país onde o tango, com bandoleon e violão, além de uma bela voz, cai muito bem para um final de noite.



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