Veneza

 Itália das maravilhosas estradas e das cidades enigmáticas. Itália de Veneza e sua tradição. Veneza das gôndolas, do amor, das igrejas e da inesquecível Praça de São Marcos. A Ponte dos Suspiros e o passeio pelos canais estão guardados em fotos e vídeos e, sempre que me lembro de Veneza, fico até meio chato: convido amigos e familiares para assistir novamente ao beijo do casal sob a ponte e ao choro emocionado dos dois dentro da gôndola. Veneza é eternamente romântica.

A passagem por Turim foi mais de longe e a de Milão um pouco mais próxima. Não chegamos a entrar nas cidades para conhecê-las, mas — e sempre existe um porém — a simples sensação de ver, ainda que de passagem, os caminhos que levam a duas das cidades mais famosas da “Bota” italiana já me deixou feliz e disposto a encarar seis horas de ônibus rumo aos Alpes, em direção à Suíça, país que eu jamais imaginei conhecer e que nem sequer estava nos meus planos.

E lá fomos nós, guiados pelo motorista português — claro que se chamava Manoel — e pela nossa guia, uma brasileira de Curitiba. No caminho atravessamos o impressionante túnel de São Gotardo (Gotthard), um dos maiores do mundo, com cerca de 57 quilômetros de extensão.

Chegamos a Lugano, passamos por Lucerna e dormimos em Zurique. Logo ao amanhecer conhecemos seus famosos lagos gelados e seguimos viagem até Berna para o almoço, antes de pegar novamente a estrada rumo à França, onde finalmente conheceríamos Paris.

Um pequeno acidente quase atrapalhou a viagem. Bobagem — no fim das contas foi apenas um susto rapidamente resolvido. Em uma das descidas sinuosas dos Alpes, o motorista português tentou uma manobra um pouco mais ousada e acabou se dando mal… mas nada que tirasse o brilho daquela aventura pela Europa.

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